"O pensamento deve ser tão livre e extenso quanto o céu, que não prende ninguém, e ainda dá espaço pra que se possa voar."


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sexta-feira, 17 de abril de 2015

Cantadas, saiba mais sobre a "lábia" masculina


As cantadas eram mais utilizadas no passado, porém não deixaram de existir atualmente. São os diversos lugares onde podemos aplicá-la.
As mulheres já não gostam mais daquelas cantadas ultrapassadas. As melhores cantadas para elas são as que acabam sendo criadas pelos homens e originais, ou então que se adapte ao momento adequado. Nem sempre as cantadas que os homens utilizam funcionam com todos os tipos de mulher. É preciso que você, que quer conquistar uma mulher tenha “lábia” e ao mesmo tempo saiba escolher o ambiente em que fará esta conquista.


De qualquer forma, confira 20 cantadas engraçadas que existem por aí e que pode ajudar você a quebrar um galho em um momento de desespero:

01 – Você diz: “Você tem um mapa?”
Ela responde: “Não, por quê?”
Você diz: “Porque me perdi no brilho dos seus olhos.”

02 – “Eu não sou a Casas Bahia, mas prometo dedicação total a você.”

03 – “Não sou carro, mas sou Para ti.”

04 – Você diz: “Havia dois ursos o Beijaeu e o Mebeija, o Beijaeu morreu quem sobrou?”

05 – Você diz: “Seu nome é Tamara né?”
Ela responde: “Não, por quê?”
Você diz: “Por que você TAMARAvilhosa”

06 – “Estou fazendo uma campanha de doação de órgãos! Não quer doar seu coração pra mim?”

07 – “Você não é pescoço mais mexeu com a minha cabeça!”

08 – “Se você fosse um sanduíche teu nome seria X-Princesa.”

09 – “Eu perdi o número do meu telefone… Me empresta o seu?”

10 – “Você acredita em amor à primeira vista ou devo passar por aqui mais uma vez?”

11 – “Se felicidade fosse dinheiro, você seria o Banco Central e eu seria o maior investidor.”

12 – “Gata, me chama de Copa do Mundo e investe em mim!”

13 – “Me chama de previsão do tempo e diz que tá rolando um clima.”

14 – Você diz: “Sabe qual a diferença entre você e um milhão de reais?”
Ela responde, “Não, qual?”
Você diz: “É que um milhão de reais eu tenho na minha casa.”

15 – Você diz: “Você gosta de Toddy?”
Ela responde, “Sim, por que?”
Você diz: “Se você quiser eu posso ser Toddynho seu.”

16 – Você diz: “Gata, me pega no colo?”
Ela responde: “Não, por quê?”
Você diz: “É que minha mãe vem vindo e eu queria contar que andei de avião”

17 – “Me passa o seu Twitter? O meu pai disse que eu devo seguir o meu sonho.”

18 – “Não sou traficante, mas eu quero a sua boca.”

19 – Faça uma pose de príncipe declamando um poema e diga: “Pulei na água até o umbigo, quer ficar comigo?”

20 – “Em cima da colina passa boi passa boiada, só saio da sua frente quando for minha namorada.”



Você também pode ser original e criar a sua própria. Quem sabe a sua criatividade não seja o ponto alto da conquista? Não custa tentar, não é mesmo?!

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Dia Mundial da Conservação do Solo

No Brasil. A data foi instituída pela lei n° 7.876, de 13 de novembro de 1989, com o objetivo de propor uma reflexão sobre a conservação dos solos e sobre a necessidade da utilização correta deste recurso natural. O dia 15 de abril foi escolhido para homenagear Hugh Hammond Bennett, que nasceu nesse dia em 1881, e é considerado o pai da conservação dos solos nos Estados Unidos.
O solo é literalmente a base quase tudo, ele protege os lençóis freáticos, faz crescer as matas e florestas gerando nutrientes para as mesmas, além da agricultura, que é a base de alimentação mundial.

Atualmente, o uso do solo de forma sustentável e responsável é uma necessidade. As atuais técnicas, equipamentos e produtos químicos desenvolvidos podem contribuir com o aumento da produtividade dos solos. Porém, a intensificação do uso do solo pode provocar danos à terra, que podem ser minimizados com a utilização por parte do setor agrícola de práticas de manejo que contribuam com a conservação do solo.
Para o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Julio Cesar Salton, dentre as diversas práticas que podem ser utilizadas com a finalidade de proteger os solos, a Embrapa incentiva a adoção de algumas práticas agrícolas, tais como: construção de terraços, Plantio Direto e integração Lavoura Pecuária Floresta (iLPF).
“Os sinais de que solo está sendo bem manejado consiste no aumento da matéria orgânica”, destaca Salton. Ele explica ainda que a maior quantidade de matéria orgânica contribui para menor liberação de gás carbônico para a atmosfera e também destaca a necessidade de manter o solo coberto com palha ou plantas, pois com isso estará protegendo o solo contra a erosão.
“Além disso, o manejo correto do solo pode proporcionar maior controle de nematóides, aumento da fertilidade, diminuição do uso de insumos e maior resistência das lavouras às diversidades climáticas. Mas, esses resultados exigem dedicação e cuidados por parte do produtor, que no longo prazo contará com ganhos econômicos”, acrescenta o pesquisador.
Fonte: Embrapa Agropecuária Oeste

segunda-feira, 13 de abril de 2015

18 Razões contra a redução da maioridade penal

18 Razões
As 18 Razões CONTRA a Redução da Maioridade Penal
1°. Porque já responsabilizamos adolescentes em ato infracional

A partir dos 12 anos, qualquer adolescente é responsabilizado pelo ato cometido contra a lei. Essa responsabilização, executada por meio de medidas socioeducativas previstas no ECA, têm o objetivo de ajudá-lo a  recomeçar e a prepará-lo para uma vida adulta de acordo com o socialmente estabelecido. É parte do seu processo de aprendizagem que ele não volte a repetir o ato infracional.
Por isso, não devemos confundir impunidade com imputabilidade. A imputabilidade, segundo o Código Penal, é a capacidade da pessoa entender que o fato é ilícito e agir de acordo com esse entendimento, fundamentando em sua maturidade psíquica.
2°. Porque a lei já existe. Resta ser cumprida!

O ECA prevê seis medidas educativas: advertência, obrigação de reparar o dano, prestação de serviços à comunidade, liberdade assistida, semiliberdade e internação. Recomenda que a medida seja aplicada de acordo com a capacidade de cumpri-la, as circunstâncias do fato e a gravidade da infração.
Muitos adolescentes, que são privados de sua liberdade, não ficam em instituições preparadas para sua reeducação, reproduzindo o ambiente de uma prisão comum. E mais: o adolescente pode ficar até 9 anos em medidas socioeducativas, sendo três anos interno, três em semiliberdade e três em liberdade assistida, com o Estado acompanhando e ajudando a se reinserir na sociedade.
Não adianta só endurecer as leis se o próprio Estado não as cumpre
3°. Porque o índice de reincidência nas prisões é de 70%

Não há dados que comprovem que o rebaixamento da idade penal reduz os índices de criminalidade juvenil. Ao contrário, o ingresso antecipado no falido sistema penal brasileiro expõe as(os) adolescentes a mecanismos/comportamentos reprodutores da violência, como
o aumento das chances de reincidência, uma vez que as taxas nas penitenciárias são de 70% enquanto no sistema socioeducativo estão abaixo de 20%.
A violência não será solucionada com a culpabilização e punição, mas pela ação da sociedade e governos nas instâncias psíquicas, sociais, políticas e econômicas que as reproduzem. Agir punindo e sem se preocupar em discutir quais os reais motivos que reproduzem e mantém a violência, só gera mais violência.
4°. Porque o sistema prisional brasileiro não suporta mais pessoas.

O Brasil tem a 4° maior população carcerária do mundo e um sistema prisional superlotado com 500 mil presos. Só fica atrás em número de presos para os Estados Unidos (2,2 milhões), China (1,6 milhões) e Rússia (740 mil).
O sistema penitenciário brasileiro NÃO tem cumprido sua função social de controle, reinserção e reeducação dos agentes da violência. Ao contrário, tem demonstrado ser uma “escola do crime”.
Portanto, nenhum tipo de experiência na cadeia pode contribuir com o processo de reeducação e reintegração dos jovens na sociedade.
5°. Porque reduzir a maioridade penal não reduz a violência.

Muitos estudos no campo da criminologia e das ciências sociais têm demonstrado que NÃO HÁ RELAÇÃO direta de causalidade entre a adoção de soluções punitivas e repressivas e a diminuição dos índices de violência.
No sentido contrário, no entanto, se observa que são as políticas e ações de natureza social que desempenham um papel importante na redução das taxas de criminalidade.
Dados do Unicef revelam a experiência mal sucedida dos EUA. O país, que assinou a Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, aplicou em seus adolescentes, penas previstas para os adultos. Os jovens que cumpriram pena em penitenciárias voltaram a delinquir e de forma mais violenta. O resultado concreto para a sociedade foi o agravamento da violência.

6°. Porque fixar a maioridade penal em 18 anos é tendência mundial

Diferentemente do que alguns jornais, revistas ou veículos de comunicação em geral têm divulgado, a idade de responsabilidade penal no Brasil não se encontra em desequilíbrio se comparada à maioria dos países do mundo.
De uma lista de 54 países analisados, a maioria deles adota a idade de responsabilidade penal absoluta aos 18 anos de idade, como é o caso brasileiro.
Essa fixação majoritária decorre das recomendações internacionais que sugerem a existência de um sistema de justiça especializado para julgar, processar e responsabilizar autores de delitos abaixo dos 18 anos.
7°. Porque a fase de transição justifica o tratamento diferenciado.

A Doutrina da Proteção Integral é o que caracteriza o tratamento jurídico dispensado pelo Direito Brasileiro às crianças e adolescentes, cujos fundamentos encontram-se no próprio texto constitucional, em documentos e tratados internacionais e no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Tal doutrina exige que os direitos humanos de crianças e adolescentes sejam respeitados e garantidos de forma integral e integrada, mediando e operacionalização de políticas de natureza universal, protetiva e socioeducativa.
A definição do adolescente como a pessoa entre 12 e 18 anos incompletos implica a incidência de um sistema de justiça especializado para responder a infrações penais quando o autor trata-se de um adolescente.
A imposição de medidas socioeducativas e não das penas criminais relaciona-se justamente com a finalidade pedagógica que o sistema deve alcançar, e decorre do reconhecimento da condição peculiar de desenvolvimento na qual se encontra o adolescente.
8°. Porque as leis não podem se pautar na exceção.

Até junho de 2011, o Cadastro Nacional de Adolescentes em Conflito com a Lei (CNACL), do Conselho Nacional de Justiça, registrou ocorrências de mais de 90 mil adolescentes. Desses, cerca de 30 mil cumprem medidas socioeducativas. O número, embora seja considerável, corresponde a 0,5% da população jovem do Brasil, que conta com 21 milhões de meninos e meninas entre 12 e 18 anos.
Sabemos que os jovens infratores são a minoria, no entanto, é pensando neles que surgem as propostas de redução da idade penal. Cabe lembrar que a exceção nunca pode pautar a definição da política criminal e muito menos a adoção de leis, que devem ser universais e valer para todos.
As causas da violência e da desigualdade social não se resolverão com a adoção de leis penais severas. O processo exige que sejam tomadas medidas capazes de romper com a banalização da violência e seu ciclo. Ações no campo da educação, por exemplo, demonstram-se positivas na diminuição da vulnerabilidade de centenas de adolescentes ao crime e à violência
9°. Porque reduzir a maioridade penal é tratar o efeito,  não a causa!

A constituição brasileira assegura nos artigos 5º e 6º direitos fundamentais como educação, saúde, moradia, etc. Com muitos desses direitos negados, a probabilidade  do envolvimento com o crime aumenta, sobretudo entre os jovens.
O adolescente marginalizado não surge ao acaso. Ele é fruto de um estado de injustiça social que gera e agrava a pobreza em que sobrevive grande parte da população.
A marginalidade torna-se uma prática moldada pelas condições sociais e históricas em que os homens vivem. O adolescente em conflito com a lei é considerado um ‘sintoma’ social, utilizado como uma forma de eximir a responsabilidade que a sociedade tem nessa construção.
Reduzir a maioridade é transferir o problema. Para o Estado é mais fácil prender do que educar.
10°. Porque educar é melhor e mais eficiente do que punir.

A educação é fundamental para qualquer indivíduo se tornar um cidadão, mas é realidade que no Brasil muitos jovens pobres são excluídos deste processo. Puni-los com o encarceramento é tirar a chance de se tornarem cidadãos conscientes de direitos e deveres, é assumir a própria incompetência do Estado em lhes assegurar esse direito básico que é a educação.
As causas da violência e da desigualdade social não se resolverão com adoção de leis penais mais severas. O processo exige que sejam tomadas medidas capazes de romper com a banalização da violência e seu ciclo. Ações no campo da educação, por exemplo, demonstram-se positivas na diminuição da vulnerabilidade de centenas de adolescentes ao crime e à violência.
Precisamos valorizar o jovem, considerá-los como parceiros na caminhada para a construção de uma sociedade melhor. E não como os vilões que estão colocando toda uma nação em risco.
11°. Porque reduzir a maioridade penal isenta o estado do compromisso com a juventude

O Brasil não aplicou as políticas necessárias para garantir às crianças, aos adolescentes e jovens o pleno exercício de seus direitos e isso ajudou em muito a aumentar os índices de criminalidade da juventude.
O que estamos vendo é uma mudança de um tipo de Estado que deveria garantir direitos para um tipo de Estado Penal que administra a panela de pressão de uma sociedade tão desigual. Deve-se mencionar ainda a ineficiência do Estado para emplacar programas de prevenção da criminalidade e de assistência social eficazes, junto às comunidades mais pobres, além da deficiência generalizada em nosso sistema educacional.
12°. Porque os adolescentes são as maiores vitimas, e não os principais autores da violência

Até junho de 2011, cerca de 90 mil adolescentes cometeram atos infracionais. Destes, cerca de 30 mil cumprem medidas socioeducativas. O número, embora considerável, corresponde a 0,5% da população jovem do Brasil que conta com 21 milhões de meninos e meninas entre 12 e 18 anos.
Os homicídios de crianças e adolescentes brasileiros cresceram vertiginosamente nas últimas décadas: 346% entre 1980 e 2010. De 1981 a 2010, mais de 176 mil foram mortos e só em 2010, o número foi de 8.686 crianças e adolescentes assassinadas, ou seja, 24 POR DIA!
A Organização Mundial de Saúde diz que o Brasil ocupa a 4° posição entre 92 países do mundo analisados em pesquisa. Aqui são 13 homicídios para cada 100 mil crianças e adolescentes; de 50 a 150 vezes maior que países como Inglaterra, Portugal, Espanha, Irlanda, Itália, Egito cujas taxas mal chegam a 0,2 homicídios para a mesma quantidade de crianças e adolescentes.
13°. Porque, na prática, a pec 33/2012 é inviável!!

A Proposta de Emenda Constitucional quer alterar os artigos 129 e 228 da Constituição Federal, acrescentando um paragrafo que prevê a possibilidade de desconsiderar da inimputabilidade penal de maiores de 16 anos e menores de 18 anos.
E o que isso quer dizer? Que continuarão sendo julgados nas varas Especializadas Criminais da Infância e Juventude, mas se o Ministério Publico quiser poderá pedir para ‘desconsiderar inimputabilidade’, o juiz decidirá se o adolescente tem capacidade para responder por seus delitos. Seriam necessários laudos psicológicos e perícia psiquiátrica diante das infrações: crimes hediondos, tráfico de drogas, tortura e terrorismo ou reincidência na pratica de lesão corporal grave e roubo qualificado. Os laudos atrasariam os processos e congestionariam a rede pública de saúde.
A PEC apenas delega ao juiz a responsabilidade de dizer se o adolescente deve ou não ser punido como um adulto.
No Brasil, o gargalo da impunidade está na ineficiência da polícia investigativa e na lentidão dos julgamentos. Ao contrário do senso comum, muito divulgado pela mídia, aumentar as penas e para um número cada vez mais abrangente de pessoas não ajuda em nada a diminuir a criminalidade, pois, muitas vezes, elas não chegam a ser aplicadas.
14°. Porque reduzir a maioridade penal não afasta crianças e adolescentes do crime

Se reduzida a idade penal, estes serão recrutados cada vez mais cedo.
O problema da marginalidade é causado por uma série de fatores. Vivemos em um país onde há má gestão de programas sociais/educacionais, escassez das ações de planejamento familiar, pouca oferta de lazer nas periferias, lentidão de urbanização de favelas, pouco policiamento comunitário, e assim por diante.
A redução da maioridade penal não visa a resolver o problema da violência. Apenas fingir que há “justiça”. Um autoengano coletivo quando, na verdade, é apenas uma forma de massacrar quem já é massacrado.
Medidas como essa têm caráter de vingança, não de solução dos graves problemas do Brasil que são de fundo econômico, social, político. O debate sobre o aumento das punições a criminosos juvenis envolve um grave problema: a lei do menor esforço. Esta seduz políticos prontos para oferecer soluções fáceis e rápidas diante do clamor popular.
Nesse momento, diante de um crime odioso, é mais fácil mandar quebrar o termômetro do que falar em enfrentar com seriedade a infecção que gera a febre.
15°. Porque afronta leis brasileiras e acordos internacionais

Vai contra a Constituição Federal Brasileira que reconhece prioridade e proteção especial a crianças e adolescentes. A redução é inconstitucional.
Vai contra o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE) de princípios administrativos, políticos e pedagógicos que orientam os programas de medidas socioeducativas.
Vai contra a Doutrina da Proteção Integral do Direito Brasileiro que exige que os direitos humanos de crianças e adolescentes sejam respeitados e garantidos de forma integral e integrada às políticas de natureza universal, protetiva e socioeducativa.
Vai contra parâmetros internacionais de leis especiais para os casos que envolvem pessoas abaixo dos dezoito anos autoras de infrações penais.
Vai contra a Convenção sobre os Direitos da Criança e do Adolescente da Organização das Nações Unidas (ONU) e a Declaração Internacional dos Direitos da Criança compromissos assinados pelo Brasil.

16°. Porque poder votar não tem a ver com ser preso com adultos

O voto aos 16 anos é opcional e não obrigatório, direito adquirido pela juventude. O voto não é para a vida toda, e caso o adolescente se arrependa ou se decepcione com sua escolha, ele pode corrigir seu voto nas eleições seguintes. Ele pode votar aos 16, mas não pode ser votado.
Nesta idade ele tem maturidade sim para votar, compreender e responsabilizar-se por um ato infracional.
Em nosso país qualquer adolescente, a partir dos 12 anos, pode ser responsabilizado pelo cometimento de um ato contra a lei.
O tratamento é diferenciado não porque o adolescente não sabe o que está fazendo. Mas pela sua condição especial de pessoa em desenvolvimento e, neste sentido, o objetivo da medida socioeducativa não é fazê-lo sofrer pelos erros que cometeu, e sim prepará-lo para uma vida adulta e ajuda-lo a recomeçar.
17°. Porque o brasil está dentro dos padrões internacionais.

São minoria os países que definem o adulto como pessoa menor de 18 anos. Das 57 legislações analisadas pela ONU, 17% adotam idade menor do que 18 anos como critério para a definição legal de adulto.
Alemanha e Espanha elevaram recentemente para 18 a idade penal e a primeira criou ainda um sistema especial para julgar os jovens na faixa de 18 a 21 anos.
Tomando 55 países de pesquisa da ONU, na média os jovens representam 11,6% do total de infratores, enquanto no Brasil está em torno de 10%. Portanto, o país está dentro dos padrões internacionais e abaixo mesmo do que se deveria esperar. No Japão, eles representam 42,6% e ainda assim a idade penal no país é de 20 anos.
Se o Brasil chama a atenção por algum motivo é pela enorme proporção de jovens vítimas de crimes e não pela de infratores.

18°. Porque importantes órgãos têm apontado que não é uma boa solução.

O UNICEF expressa sua posição contrária à redução da idade penal, assim como à qualquer alteração desta natureza. Acredita que ela representa um enorme retrocesso no atual estágio de defesa, promoção e garantia dos direitos da criança e do adolescente no Brasil. A Organização dos Estados Americanos (OEA) comprovou que há mais jovens vítimas da criminalidade do que agentes dela.

O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA) defende o debate ampliado para que o Brasil não conduza mudanças em sua legislação sob o impacto dos acontecimentos e das emoções. O CRP (Conselho Regional de Psicologia) lança a campanha Dez Razões da Psicologia contra a Redução da idade penal CNBB, OAB, Fundação Abrinq lamentam publicamente a redução da maioridade penal no país.
Fonte: 18 Razões

15 Fatos sobre beijos

1. Não se sabe como surgiu o primeiro beijo da humanidade. As referências mais antigas de beijos foram esculpidas por volta de 2.500 a.C. nas paredes dos templos de Khajuraho, na Índia.

2. Entre os persas, na Antiguidade, os homens trocavam beijos na boca. Mas só valia para pessoas do mesmo nível. Se um dos homens fosse considerado hierarquicamente inferior, o beijo deveria ser dado no rosto. Na Grécia Antiga, só era permitidos beijos na boca entre pais e filhos, irmãos ou amigos muito próximos.

3. Os romanos tinham 3 tipos de beijos: o basium, trocado entre conhecidos; o osculum, dado apenas em amigos íntimos; e o suavium, que era o beijo dos amantes. Os imperadores romanos permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios, enquanto os menos importantes tinham de beijar suas mãos. Os súditos podiam beijar apenas seus pés.

4. Boatos no final do século XIX atribuíam à estátua do soldado italiano Guidarello Guidarelli, obra do século XVI assinada por Tullio Lombardo, o poder de arranjar casamentos fabulosos a todas as mulheres que a beijassem. Desde então, mais de 7 milhões de bocas já tocaram a escultura em Veneza.

5. Na linguagem dos esquimós, a palavra que designa beijar é a mesma que serve para dizer cheirar. Por isso, no chamado "beijo de esquimó", eles esfregam os narizes. No Nordeste brasileiro, também se usa a palavra "cheiro" no lugar de "beijo". Em nenhuma língua celta existe a palavra "beijo".

6. No período da Renascença, o beijo na boca era uma forma de saudação muito comum. Na Inglaterra, ao chegar na casa de alguém, o visitante beijava o anfitrião, sua mulher, todos os filhos e até mesmo o cachorro e o gato.

7. Em 1439, o rei Henrique VI proibiu os beijos na Inglaterra para evitar a proliferação de doenças. Oliver Cromwell, no século XVII, proibiu que fossem dados beijos aos domingos na Inglaterra. Os infratores eram condenados à prisão. Em 1909, um grupo de americanos que consideravam o contato dos lábios prejudicial à saúde criou a Liga Antibeijo.

8. Antigamente, na Escócia, o padre beijava os lábios da noiva no final da cerimônia de casamento. Dizia-se que a felicidade conjugal dependia dessa bênção. Depois, na festa, a noiva deveria circular entre os convidados e beijar todos os homens na boca, que em troca lhe davam algum dinheiro.

9. Beijo francês é aquele em que as línguas se entrelaçam. Também é conhecido como beijo de língua. A expressão foi criada por volta de 1920. Na França, o beijo francês é conhecido por beijo inglês.

10. O americano Alfred A. E. Wol estabeleceu o recorde mundial de beijos. Ele beijou 8.001 pessoas em oito horas.

11. Em muitos países, é exigido beijar a cruz durante um juramento, como a mais alta afirmação de que a testemunha estaria falando a verdade.

12. 1927: O primeiro filme vencedor do Oscar de melhor filme, Wings (Asas), também foi o primeiro filme (de que se tem registro) a mostrar dois homens beijando-se. Trata-se de um beijo na face, entre dois grandes amigos, os personagens Jack Powell e David Armstrong, no momento em que esse último estava à morte, ferido em batalha aérea. O beijo foi apresentado de forma fraternal, absolutamente não-sexual e não-erótica.

13. Um beijo romântico rápido queima entre uma e três calorias. Um beijo de boca aberta com contato de língua de curta duração pode queimar cinco calorias. Um beijo de um minuto pode gastar até 26 calorias. Isso é o dobro do gasto de uma corrida intensa, na subida.

14. Quem beija troca saliva contendo diversas substâncias como gordura, sais minerais, proteínas, etc. A troca destas substâncias pode incentivar a produção de anticorpos pela sua relação com antígenos associados a diferentes doenças.



15. Em alguns locais ou certas ocasiões beijar é crime. Nos EUA, no estado de Indiana, é ilegal que um homem de bigode “beije habitualmente seres humanos”, na cidade de Hartford, Connecticut, é ilegal que um marido beije a esposa no domingo.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

15 Leis bizarras

Olá universanos, voltamos agora com "15 sobre", agora com as leis mais estranhas, bizarras e até certo ponto desnecessárias, então, vamos lá.
(Entre parenteses comentários irônicos dos nossos editores)



1º Guam



Pela lei, nenhuma mulher pode se casar virgem nesta ilha no Pacífico, cujo território é incorporado aos EUA. Logo, uma nova profissão surgiu no território: diversos homens são pagos para viajar pela região e desvirginar as moças, a fim de deixá-las “prontas” para o casamento. Dizem que eles ganham bem para isso.

(#PartiuGuan, a maioria dos homens devem pensar. Será que esse mercado paga bem?) 

2º Blythe - EUA

Na cidade da Califórnia, existe uma restrição que interfere no vestuário da população. Qualquer pessoa que queira usar uma bota de cowboy deve possuir pelo menos duas vacas. Está na lei.

(Ou seja, cantor sertanejo aqui tem ter pelo menos uma mini criação de bovinos) 

3º Canadá

Pouca gente sabe, mas tirar um curativo em público é ilegal no país. Além disso, existem outras leis estranhas no país: em Ottawa, não é permitido chupar picolé no domingo, atrás de um banco; em Alberta, se você esteve preso e foi liberado, tem direito de pedir uma arma carregada e um cavalo para deixar a cidade; em todo o território nacional, não é permitido tentar aprender bruxaria.

(O que dizer das leis do Canadá né... Mas a última é interessante, parecer ter saído do "velho oeste")

4º França

Em memória a Napoleão Bonaparte, é proibido batizar qualquer porco com o nome de Napoleão. Além disso, das 8h às 20h, 70% das canções tocadas nas rádios do país devem ser de músicos franceses. Outra lei nacional estipula, ainda, que é ilegal beijar na boca dentro do metrô francês.

(Dá pra ver que na França eles são patriotas, além do mais não pode beijar no metrô, no ônibus ta liberado) 



5º  Laranjon - Espanha


Em 1999, o prefeito Jose Rubio proibiu que as pessoas morressem no município, pois o cemitério da cidade já estava lotado. A proibição durou até a Prefeitura encontrar um outro terreno para construir um novo cemitério.

(Ué... A pena pra quem morresse é a pena de morte?) 


6º  Inglaterra


No país em que mais de duas mil leis foram revogadas em toda a história, uma se destaca das demais. Nenhum funcionário do governo britânico tem a permissão de morrer dentro do Parlamento. Caso isso aconteça, por incrível que pareça, o morto pode ser preso. 

(Aqui no Brasil caberia bem, só que nem morto os caras são presos) 


7º  Dinamarca


Pela lei, nenhum restaurante pode cobrar pela água, a menos que o copo acompanhe uma fatia de limão ou gelo. Além disso, é proibido movimentar um veículo, caso exista alguém por baixo dele. 

(E precisava de uma lei pra não movimentar um carro em cima de alguém?) 



8º  Tailândia


Quem for pego jogando chicletes no chão deverá pagar uma multa de US$ 600 (cerca de R$ 1300) no país asiático. Se a pessoa se recusar a pegar o chiclete e jogar no lixo, ela é imediatamente presa.


(Sem mais, uma das melhores leis)


9º  Chicago - EUA


Na terceira cidade mais populosa dos Estados Unidos, é proibido comer em um lugar que esteja pegando fogo.


(Sério?) 

10º  Columbia - EUA


No condado localizado na Pensilvânia, estourar bexigas na rua é ilegal. Além disso, cantar no chuveiro ou dormir no congelador (!) também são duas práticas proibidas.

(- Você está preso por dormir dormir no congelador, mãos onde eu possa ver por favor.) 

11º Israel


Aos sábados, não é permitido enfiar o dedo dentro do próprio nariz. A lei vale para todos os homens que seguem a fé judaica e isenta os demais cidadãos. Segundo a constituição israelense, o motivo para a existência da lei é que o ato pode gerar sangramentos, o que pode resultar em violação do código de santidade religiosa.

(Quer dizer que o "salão" fica sujo aos sábados?) 


12º  México


Devido à cultura mexicana, é proibido queimar bonecas em qualquer região do país.

(Se o Chuck lhe atacar você dança fera, quer dizer, você não pode apenas queimar, arranque a cabeça dele haha) 


13º  Sorvete nos EUA


Algumas regiões norte-americanas possuem leis sobre o transporte de sorvetes. É expressamente proibido passear com um sorvete de casquinha NA BOLSA em Lexington, Kentucky. 

Em Nova York, a mesma lei está em vigor, mas é restrita apenas aos domingos, ou seja, nos demais dias da semana, o passeio está liberado. No Alabama, é proibido transportar um sorvete NO BOLSO DE TRÁS DA CALÇA em qualquer época do ano.

(Qual o problema com o sorvete? -_-)


14º  Denver - EUA


Até na hora de fazer a faxina da casa, é preciso tomar cuidado para não quebrar nenhuma lei na capital do Estado do Colorado. Lá, é ilegal emprestar o aspirador de pó aos vizinhos. O motivo não foi registrado no código penal do município.

(Gente... O que passou na cabeça de quem inventou essa lei...) 


15º  Camboja



Uma lei estipula que é proibido o uso de pistolas de água durante as cerimônias de celebração de Ano novo. Acredita-se que tais brinquedos possam trazer azar, no que diz respeito a conflitos, para o ano que se inicia. Em todas as demais datas comemorativas, a brincadeira está liberada.

(Pelo menos no carnaval pode \o/) 


Fonte: Terra

Essas foram 15 leis bizarras pelo mundo, gostou? Comente sua opinião. 













segunda-feira, 6 de abril de 2015

Curriculum Vitae

Minhas experiências...


Eu já dei risada até a barriga doer, já nadei até perder o fôlego, já chorei até dormir e acordei com o rosto desfigurado. Já fiz "cosquinha" na minha irmã só pra ela parar de chorar, já conversei com o espelho, mesmo sabendo que ele era meu inimigo, já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora, já quis ser; arquiteto, mágico, desenhista, jogador de futebol... hoje ser feliz já basta. Já passei trote por telefone, já tomei banho de chuva e acabei me viciando, já roubei beijo, já fiz confissões a um amigo, já confundi sentimentos, já peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido, já raspei o fundo da panela de brigadeiro, já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus, já tentei esquecer algumas pessoas(...) Mas descobri que essas são as mais difíceis de esquecer. Já subi em árvores pra roubar frutas, já fiz juras eternas... percebi que isso não funciona se só você tentar. Já escrevi no muro da escola, já vi a morte de perto, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi casa pra sempre...e voltei logo em seguida... Já sai pra caminhar sem rumo, destino ou propósito, ouvindo estrelas e contando sonhos... Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo a falta de um só, já me joguei no mar sem vontade de voltar, já bebi até cair pra ver alguma coisa mudava em mim, já passei por vários lugares mas ainda não encontrei o meu lugar, já senti medo de escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor... Mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial... Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar, já apostei corrida descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas pra dar à alguém importante, já me apaixonei e pensei que era "pra sempre", mas era um "pra sempre" pela metade. Já fiquei acordado a noite toda pra ver a lua virar sol... Já chorei por ver pessoas partindo, mas percebi que a vida é um ir e vir sem fim... Já me vi feliz dentro de um ônibus lotado e quente, ai notei que não tinha nada haver com dinheiro ou local, tinha a ver com o "alguém". Percebi que as aventuras vividas com meus amigos me fariam aprender bastante... Foram tantas coisas feitas outras que descrevi aqui... Mas todas fotografadas pelas lentes da emoção, guardadas na mente e no coração!!
Agora esse formulário me interroga, me encosta na parede e grita: "Qual sua experiência??" Essa pergunta ecoa no meu cérebro: Experiência... experiência... "Será que ser: "Plantador de sorrisos" e "Contador de sonhos" é uma boa experiência?? Não!! Talvez viver dos sonhos seja melhor...

Autor: Desconhecido
Adaptações: O Caderno de Webson